quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Doação de Órgãos em Pinheiro Machado
A Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos esteve em Pinheiro Machado. Seja você também um doador. Converse com sua família sobre sua vontade de ser doador.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Conselho Regional de Farmácia adere a Frente de Estímulo à Doação de Órgãos
A Frente Parlamentar de Estímulo à
Doação de Órgãos não para de crescer. Nesta quarta-feira (28), o
coordenador, deputado estadual Adilson Troca (PSDB), recepcionou a
diretoria do Conselho Regional de Farmácia do RS ( CRFRS) que
manisfestou sua vontade de contribuir com a causa. Estiveram
presentes o Secretário Geral, Roberto Canquerini, o Diretor
Conselheiro Tesoureiro, Willian Peres, o assessor de Relações
institucionais, Everton Borges e o assessor da direção, Carlos
Augusto Xavier.
Adilson Troca agradeceu o apoio do
CRFRS e explicou que através da Frente Parlamentar foi formado um
grupo de trabalho que reúne entidades parceiras, para discutir e
implementar ações em favor da Doação de Órgãos. “Cada um
contribui da sua maneira. O importante é aproximar o tema do
cotidiano das pessoas. O Rio Grande do Sul avançou na doação,
atingindo 18,56 doadores por milhão de habitantes em 2013, mas ainda
precisamos crescer mais para acabar com o sofrimento de quem espera
por transplantes”, afirmou.
O Conselho Regional de Farmácia do RS
representa 12mil farmacêuticos e mais de 8 mil estabelecimentos. O
CRFRS é responsável pelo evento
Farmacêutico na Praça, que leva os farmacêuticos às ruas para
oferecer os serviços e todo o conhecimento que o profissional
possui. O deputado Adilson Troca, que também preside a Comissão de
Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa aproveitou para
convidá-los a explanar sobre seus pleitos e atividades em um reunião
ordinária da Comissão.
Mais informações sobre o
funcionamento da Frente Parlamentar, da Campanha de Doação de
Órgãos e das entidades parceira podem ser acessadas em
www.serdoador.blogspot.com e no http://www.facebook.com/soudoador.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Rio Grande do Sul avança na Doação de Órgãos
A
Associação Brasileira de Transplante de Órgãos ( ABTO) divulgou
esta semana relatório sobre a situação da doação de órgãos no
primeiro semestre de 2013. O Brasil alcançou 13,3 doadores efetivos
por milhão de habitantes. O Rio Grande do Sul supera a média
nacional e contabiliza 18,5 doadores por milhão. Para o coordenador
da Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos, deputado
estadual Adilson Troca, os números mostram avanços, mas ainda é
preciso fazer mais para ampliar o número de doadores e diminuir o
sofrimento de quem espera por um transplante.
Atualmente 28.147
brasileiros estão na fila de espera por órgãos. No Rio Grande do
Sul, aponta a ABTO, 1.334 pessoas necessitam de transplantes de rim,
fígado coração, pulmão ou córneas. Para o deputado Adilson
Troca, que trabalha pela causa desde 2005, a questão é a
conscientização. “É imprescindível levar o tema da doação ao
máximo de pessoas. A informação é a melhor amiga da doação.
Ela acaba com mitos, dúvidas e inverdades. É preciso conversar em
casa com a família sobre este tema. Doar órgãos é um gesto de
amor ao próximo que salva vidas”, explica
Conforme
a legislação vigente, a decisão sobre a doação ou não dos
órgãos compete a família após
a constatação da morte encefálica. Embora
ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa não pode respirar sem
ajuda de aparelhos. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados
enquanto há circulação sangüínea para irrigá-los. Se o coração
parar, somente as córneas poderão ser aproveitadas.
Quando
um doador efetivo é reconhecido, as centrais de transplantes das
secretarias estaduais de saúde são comunicadas. Apenas elas têm
acesso aos cadastros técnicos de pessoas que estão na fila. Além
da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames
de compatibilidade com o doador. Por isso, nem sempre o primeiro da
fila é o próximo a ser beneficiado. As centrais controlam todo o
processo, coibindo o comércio ilegal de órgãos.
Ações
de conscientização
Para
ajudar a ampliar o número de pessoas que desejam doar órgãos, o
deputado Adilson Troca instituiu a Frente Parlamentar de Estímulo à
Doação de Órgãos, que desde 2005 trabalho no setor. A Frente
concatena ações e esforços do instituições, ONGS, conselhos
profissionais e poderes em favor da doação.
Operacionalizada
através das redes sociais e com presença em eventos e festas
populares, A Frente e seus parceiros trabalham na divulgação de
informações pertinentes a Doação de Órgãos. “Trata-se de um
mutirão pela vida. São esforços e inciativas que somados ajudam a
fazer a diferença. Enquanto em 2010 o Rio Grande do Sul contava com
12,2 doadores efetivos por milhão de habitantes, hoje já atingimos
18,5. Para melhorarmos ainda mais precisamos fomentar o envolvimento
da comunidade e para isso tentamos aproximar esta discussão do
cotidiano das pessoas”, ressalta Adilson Troca.
Doação de Órgãos: Canela mobilizada
Enquanto
28.147 brasileiros amargam a espera nas filas por um transplante,
iniciativas surgem para ajudar a diminuir este sofrimento. A Frente
Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos da Assembleia
Legislativa, coordenada pelo deputado Adilson Troca (PSDB), busca
fomentar ações pela conscientização da população e aumentar o
número de doadores de órgãos. Nesta segunda-feira (19), a convite
do vereador Gilberto Cezar, Troca participou do ato de instalação
de uma frente municipal de incentivo a doação de órgãos, em
Canela.
Conforme
dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos ( ABTO),
no primeiro semestre de 2013 o Brasil alcançou 13,3 doadores
efetivos por milhão de habitantes, o maior índice já registrado.
O Rio Grande do Sul contabiliza 18,5 doadores por milhão, mas o
número ainda é insuficiente para atender a demanda por
transplantes. Atualmente 1.334 gaúchos esperam por transplantes de
rim, fígado coração, pulmão ou córneas.
Para
o deputado Adilson Troca, que trabalha pela causa desde 2005, a
questão é a conscimentização. “Reunimos poderes, entidades,
sindicatos e organizações para levar o tema da doação ao máximo
de pessoas possível. Doar órgãos é um gesto de amor ao próximo
que salva vidas. É preciso conversar em casa com a família sobre
este tema. Aqui em Canela temos a alegria de contar com a parceria do
Gilberto Cezar, que certamente vai mobilizar a comunidade em favor
desta causa tão nobre”, ressaltou.
O
Vereador Gilberto Cezar é autor do Projeto de Lei nº 21/2013 que
dispõe sobre o incentivo e publicação de informações relativas à
doação de órgãos no município de Canela. Fica assegurado as
pessoas que doarem, em vida, órgãos à serem transplantados,
quando de
sua morte, o direito de manter a sociedade e os familiares informados
sobre sua disposição de vontade formalizada em termo de doação
por elas subscrito e confiado ao Poder Público Municipal. Adilson
Troca é autor da Lei 13.822, que trata do assunto em nível
estadual.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Vida e Saúde
Conheça a história de quem está esperando mais vida!
Matéria linda do Vida e Saúde da RBS TV com nossos parceiros do Grupo de Transplante Pulmonar.
Veja a reportagem aqui.
Matéria linda do Vida e Saúde da RBS TV com nossos parceiros do Grupo de Transplante Pulmonar.
Veja a reportagem aqui.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Após meses ligado à máquina, mecânico volta para casa com coração novo e realiza desejo
O brasileiro de 37 anos recebeu alta. Em abril, ele se casou ainda no leito e revelou ao JN a vontade de realizar um desejo simples: aproveitar a geladeira que ganhou de presente da equipe do hospital.
Depois de cinco meses dependendo de uma máquina para viver, um brasileiro de 37 anos recebeu alta, nesta terça-feira (30), de um hospital de São Paulo. E foi para casa, em Minas Gerais, com um coração transplantado.
A cada passo um abraço, e foram muitos hoje. Passos, abraços, e lágrimas de emoção de quem vê o ofício de cuidar da vida valer a pena.
“Não dá nem para explicar. É muito bom”, diz uma funcionária. “É para isso que a gente vem aqui todos os dias, para cuidar de verdade e para mostrar que vale a pena e que a gente tem que acreditar na vida”, afirma a enfermeira Ticiane Campanili.
O homem que caminha e recebe carinho pouco lembra o noivo que encontramos aguardando por um transplante de coração no Incor. Naquela manhã de abril o casamento feito no leito tinha o destino incerto da doença grave e da espera por um órgão. Tinha o amor imenso de Gislene e a esperança de William de realizar um desejo simples: aproveitar a geladeira que ganhou de presente da equipe do hospital.
“Agora só falta um coração novinho para ir lá tomar essa água gelada”, brincou William.
O desejo está cada vez mais perto de se realizar. Será que o casamento deu sorte? “Com certeza. Se eu soubesse, já tinha casado bem antes”, ressalta William.
O desejo está cada vez mais perto de se realizar. Será que o casamento deu sorte? “Com certeza. Se eu soubesse, já tinha casado bem antes”, ressalta William.
O amor tem tudo a ver com essa história. Ele ajudou William a suportar a espera que terminou também por um gesto de amor, de amor ao próximo. Dois meses e 19 dias depois do casamento, William recebeu um coração.
“Quando eu cheguei aqui o vi totalmente transformado. Eu disse: ‘Nossa, está tudo bem”, conta a mulher de William.
O resultado de um transplante é quase sempre assim imediato. Por isso a equipe do Incor gostaria de fazer mais que a média de 20 por ano. Para avançar é preciso que todo o sistema de saúde esteja alerta para comunicar mortes cerebrais e cuidar dos órgãos que serão doados. É preciso ser solidário.
“O sucesso do transplante do William só aconteceu pela benevolência e pela compaixão de uma família que em um momento de dor foi capaz de doar os órgãos. Uma retomada de vida, para ele, plena", explica o coordenador do Núcleo de Transplantes do Incor, Fernando Bacal.
William já deu demonstrações disso. A alegria dele agora é também presente para quem, como Tábata Souza Macenas, segue esperando um coração.
"Ele operou um dia antes do meu aniversário. Eu fiquei super contente, foi praticamente um presente para mim”, diz a estudante.
No fim do dia, já em casa, William pode comemorar como tanto queria: tomando a água gelada da geladeira nova.
Segundo o Ministério da Saúde, 225 pessoas estão hoje na fila do transplante de coração
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