quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Adilson Troca convida o Conselho de Enfermagem a participar da Campanha de Doação de Órgãos

O coordenador da Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos, deputado estadual Adilson Troca, esteve nesta terça-feira (30), na sede do Conselho Regional de Enfermagem – RS, em Porto Alegre. Ele foi recebido pela Coordenadora Administrativa da Fiscalização, enfermeira Roberta Silva, e a Coordenadora do Departamento de Inscrição e Cadastro, enfermeira Helena Zabluk, que representaram a presidente, Dra. Maria da Graça Piva.

Adilson Troca ressaltou a importância do trabalho das enfermeiras e enfermeiros no atendimento aos pacientes e explicou que através da Frente Parlamentar, foi formado um grupo de trabalho que reúne entidades parceiras, para discutir e implementar ações em favor da Doação de Órgãos. Ele lembrou que o Rio Grande do Sul já foi líder nacional em doações, mas que hoje está em quinto lugar entre os Estados brasileiros.

As enfermeiras se mostraram conhecedoras da importância do tema e irão levar o assunto ao conhecimento da presidente. O COREN representa cerca de 140 mil profissionais, entre auxiliares, técnicos e enfermeiros.

Mais informações sobre o funcionamento da Frente Parlamentar, da Campanha de Doação de Órgãos e das entidades parceira podem ser acessadas em www.serdoador.blogspot.com .


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Frente de Estímulo à Doação de Órgãos realiza primeira reunião

Divulgar massivamente a importância da Doação de Órgãos, ampliar a rede de parceiros e avançar no aspecto organizacional dos transplantes. Estas foram as principais deliberações da primeira reunião entre a Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos e representantes de entidades apoiadoras. O encontro, coordenado pelo deputado estadual Adilson Troca, foi realizado na Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (29). Foram discutidos os entraves do processo de doação de órgãos, como a desinformação, e algumas falhas estruturais, e possíveis soluções.


O deputado Adilson Troca afirmou que entende como fundamental realizar uma divulgação massiva da Doação de Órgãos para ampliar o número de doadores. Ele apresentou o PL25/2011, que cria um cadastro estadual de doadores, que servirá para embasar a família no momento de decidir. Vamos agir em dois níveis, conciliando a divulgação com medidas técnicas estruturais”, explica.

Representante da ONG Via Vida, Lucia Elbern, destacou que o número de famílias que negam a doação cresceram. Ela acredita que a infraestrutura é deficitária. Lucia lembrou que a Lei de 1997, que previa que todos eram doadores de órgãos a menos que manifestassem o vontade contrária, diminuiu o número de doadores. “É preciso educar as pessoas”.

Francisco Neto Assis, da ADOTE, defende ação efetiva no sentido de melhorar o aspecto organizacional da Doação de Órgãos. Para ele são necessárias ações de conscientização e também políticas efetivas para atender a demanda de potenciais doadores.

Representante do IML, Marcos Rovinski, relatou que para auxiliar nas doações, o legista realiza a necropcia no o próprio hospital quando a vitima é doadora. Do Hospital de Clínicas de Porto, Dr. Cristiano Franke, falou sobre a valorização do profissional que trabalha a doação dentro do hospital. representante do Rotary Porto Alegre, Claudio Carvalho, informou que o clube trabalha pela causa desde 2002.

Pela OAB-RS, Ronaldo Farina, relatou que o Estado de Santa Catarina investiu pesado na capacitação de profissionais e colhe os frutos, liderando o ranking nacional de doações. O transplantado Daltro Schettert sugeriu que na nova Carteira de Identidade, que contará com chip de informações, possa constar a opção da pessoa de ser doadora de órgãos.

Participaram da reunião as representantes do TCE, Roselda e Mariane Abreu, da Astraf, Alexandre Korol, José Eurides Machado e Tarcísio Deretti do Rotary Club.



Página no Facebook

Foi lançada uma Fan Page da Campanha de Doação de Órgãos no Facebook. Curta a iniciativa e não esqueça de compartilhar esta causa com os seus amigos.




terça-feira, 23 de agosto de 2011

Instalada Frente de Estímulo à Doação de Órgãos na Assembleia Legislativa

O deputado estadual Adilson Troca (PSDB) ocupou o Grande Expediente, na tarde desta terça-feira (23), para tratar da Doação de Órgãos. Após o discurso, foi instalada oficialmente a Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos, que atuará em parceria com entidades em uma Campanha Permanente em favor do aumento no número de transplantes.

A soma de forças entre o parlamento, conselhos profissionais, poderes e outras entidades deverá potencializar resultados, acredita Adilson Troca. “Queremos discutir e implementar ações em favor da Doação de Órgãos. O objetivo é formarmos uma rede de solidariedade, aumentando o número de doadores e, consequentemente, diminuindo o sofrimento de quem espera por um transplante”.
Proponente e coordenador da Frente, Adilson Troca explicou que a doação de órgãos está estruturada nos pilares do Financiamento, Legislação, Organização e Educação da Sociedade, onde a campanha deverá focar esforços. “Sabemos que nenhuma Lei tem mais força do que o diálogo com a família em casa, por isso apostamos na conscientização e é por ela que iremos trabalhar. Quem espera em uma longa fila por transplante tem que ter direito a vida, por isso precisa poder receber um órgão”.

Ranking de doações
Em 2006, o RS era líder nacional em doações com média de 13,6 doadores por milhão de habitantes, enquanto a média nacional era de apenas 6 doadores por milhão de habitantes. Em 2010 o RS estado caiu para sexta colocação nas doações efetivamente realizadas, com 12,2 doadores por milhão de habitantes.
No primeiro semestre de 2011 a média nacional chegou a 10,3 por milhão de habitantes. No Ranking dos Estados do 1° semestre de 2011, divulgado pela da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, em primeiro lugar está Santa Catarina com 25,3 doadores por milhão de pessoas. Em segundo está São Paulo com 20,3. O Rio Grande do Norte situa-se em terceiro, como 15,9 doadores por milhão de habitantes enquanto o Ceará, em quarto, tem 15,4 por milhão de habitantes.
O Rio Grande do Sul ocupa a quinta colocação, com 13,9 doadores para cada milhão de habitantes. “É para melhorarmos este quadro e ampliarmos o número de doações em nosso Estado que pedimos o apoio da população. Vamos ajudar a conscientizar a todos de que doar órgãos é doar vida”, ressaltou Adilson Troca.

Grupo de Trabalho
O deputado Adilson Troca convidou a todos a participarem do Grupo de Trabalho em prol da doação de órgãos, formado pela Frente Parlamentar e entidades parceiras. A primeira reunião acontecerá na próxima segunda-feira (29) a partir das 14h, no Espaço Convergência da Assembleia Legislativa.
Já manifestaram apoio a iniciativa o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, CREMERS, OAB-RS, Associação Brasileira de Transplantes, Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Conselho de Contabilidade, Instituto Geral de Perícias, ACRIGS, Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), Associação de Servidores de Nível Médio da Brigada Militar (ABAMF), Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), Santa Casa do município do Rio Grande, Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Conselho Regional de Educação Física, Conselho Regional de Serviço Social, Camara de Vereadores de Pelotas, Conselho Regional de Administração, Conselho Regional de Odontologia, Astraf, ADOTE e ONG ViaVida. Clubes de serviço, como Rotary e Lions também serão parceiros da iniciativa.

(Fotógrafo: Marcos Eifler / Ag. ALRS)

Instalação da Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos é hoje


A informação é a melhor amiga da Doação de Órgãos. É com este mote que será instalada oficialmente, nesta terça-feira (23), a Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos na Assembleia Legislativa. A cerimônia ocorrerá logo após a realização de Grande Expediente do deputado Adilson Troca sobre o assunto. Conforme o deputado, com apoio de poderes e entidades, será formado um grupo de trabalho que atuará de maneira permanente em favor da Doação de Órgãos.

A soma de forças entre o parlamento, conselhos profissionais, poderes e outras entidades deverá potencializar resultados, acredita Adilson Troca. “Queremos discutir e implementar ações em favor da Doação de Órgãos. O objetivo é formarmos uma rede de solidariedade, aumentando o número de doadores e, consequentemente, diminuindo o sofrimento de quem espera por um transplante”.

Já manifestaram apoio a iniciativa o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, CREMERS, OAB-RS, Associação Brasileira de Transplantes, Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Conselho de Contabilidade, Instituto Geral de Perícias, ACRIGS, Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), Associação de Servidores de Nível Médio da Brigada Militar (ABAMF), Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), Santa Casa do município do Rio Grande, Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Conselho Regional de Educação Física, Conselho Regional de Serviço Social, Camara de Vereadores de Pelotas, Conselho Regional de Administração, Conselho Regional de Odontologia, ADOTE e ONG ViaVida. Clubes de serviço, como Rotary e Lions também serão parceiros da iniciativa.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Tire suas dúvidas sobre Doação do Órgãos

Um gesto de amor ao próximo. Assim pode ser definida a doação de órgãos. O deputado estadual Adilson Troca, que coordenou a Campanha Estadual de Doação de Órgãos da Assembleia Legislativa por três anos, parabeniza a todos os doadores e aos que lutam para conscientizar a população sobre o assunto. O fundamental é conscientizar e esclarecer a população gaúcha sobre o tema, acabando com preconceitos.
Em geral os doadores são pacientes com morte encefálica em tratamento em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). A morte cerebral indica que, em poucas horas, o coração vai parar de bater, e caso a família do paciente autorize, a retirada dos órgãos é feita enquanto ainda há circulação sangüínea.
Confira algumas respostas às dúvidas mais frequente sobre Doação de Órgãos:

Como posso me tornar um doador de órgãos?O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte. A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte encefálica, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condições de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.

O que é morte encefálica?É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. Todo o processo pode ser acompanhado por um médico de confiança da família do doador. é fundamental que os órgãos sejam aproveitados para a doação enquanto ainda há circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente. Mas se o coração parar, só poderão ser doadas as córneas.

Quais os requisitos para um cadáver ser considerado doador?* Ter identificação e registro hospitalar;
* Ter a causa do coma estabelecida e conhecida;
* Não apresentar hipotermia (temperatura do corpo inferior a 35ºC), hipotensão arterial ou estar sob efeitos de drogas depressoras do Sistema Nervoso Central;
* Passar por dois exames neurológicos que avaliem o estado do tronco cerebral. Esses exames devem ser realizados por dois médicos não participantes das equipes de captação e de transplante;
* Submeter-se a exame complementar que demonstre morte encefálica, caracterizada pela ausência de fluxo sangüíneo em quantidade necessária no cérebro, além de inatividade elétrica e metabólica cerebral; e
* Estar comprovada a morte encefálica. Situação bem diferente do coma, quando as células do cérebro estão vivas, respirando e se alimentando, mesmo que com dificuldade ou um pouco debilitadas. Observação: Após diagnosticada a morte encefálica, o médico do paciente, da Unidade de Terapia Intensiva ou da equipe de captação de órgãos deve informar de forma clara e objetiva que a pessoa está morta e que, nesta situação, os órgãos podem ser doados para transplante.

Quero ser um doador de órgãos. O que posso doar?* Córneas (retiradas do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidas fora do corpo por até sete dias);
* Coração (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo seis horas);
* Pulmão (retirados do doador antes da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por no máximo seis horas);
* Rins (retirados do doador até 30 minutos após a parada cardíaca e mantidos fora do corpo até 48 horas);
* Fígado (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
* Pâncreas (retirado do doador antes da parada cardíaca e mantido fora do corpo por no máximo 24 horas);
* Ossos (retirados do doador até seis horas depois da parada cardíaca e mantidos fora do corpo por até cinco anos);
* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
* Pele; e
* Valvas Cardíacas.

Quem recebe os órgãos e/ou tecidos doados?Quando é reconhecido um doador efetivo, a central de transplantes é comunicada, pois apenas ela tem acesso aos cadastros técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão. Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre o doador e o receptor. Por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.

Como garantir que meus órgãos não serão vendidos depois da minha morte?As centrais de transplantes das secretarias estaduais de saúde controlam todo o processo, desde a retirada dos órgãos até a indicação do receptor. Assim, as centrais de transplantes controlam o destino de todos os órgãos doados e retirados.

Disseram-me que o corpo do doador depois da retirada dos órgãos fica todo deformado. Isso é verdade?É mentira. A diferença não dá para perceber. Aparentemente o corpo fica igualzinho. Aliás, a Lei é clara quanto a isso: os hospitais autorizados a retirar os órgãos têm que recuperar a mesma aparência que o doador tinha antes da retirada. Para quem doa não faz diferença, mas para quem recebe sim!

Posso doar meus órgãos em vida?Sim. Também existe a doação de órgãos ainda vivo. O médico poderá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças anteriores. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso. Os doadores vivos são aqueles que doam um órgão duplo como o rim, uma parte do fígado, pâncreas ou pulmão, ou um tecido como a medula óssea, para que se possa ser transplantado em alguém de sua família ou amigo. Este tipo de doação só acontece se não representar nenhum problema de saúde para a pessoa que doa.

Para doar órgãos em vida é necessário:* ser um cidadão juridicamente capaz;
* estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
* apresentar condições adequadas de saúde, avaliadas por um médico que afaste a possibilidade de existir doenças que comprometam a saúde durante e após a doação;
* Querer doar um órgão ou tecido que seja duplo, como o rim, e não impeça o organismo do doador continuar funcionando; " Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante; e
* Ser parente de até quarto grau ou cônjuge. No caso de não parentes, a doação só poderá ser feita com autorização judicial.

Orgãos e tecidos que podem ser doados em vida:* Rim;
* Pâncreas;
* Medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue);
* Fígado (apenas parte dele, em torno de 70%); e
* Pulmão (apenas parte dele, em situações excepcionais).

Quem não pode doar?* Pacientes portadores de insuficiência orgânica que comprometa o funcionamento dos órgãos e tecidos doados, como insuficiência renal, hepática, cardíaca, pulmonar, pancreática e medular;
* Portadores de doenças contagiosas transmissíveis por transplante, como soropositivos para HIV, doença de Chagas, hepatite B e C, além de todas as demais contra-indicações utilizadas para a doação de sangue e hemoderivados;
* Pacientes com infecção generalizada ou insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas; e
* Pessoas com tumores malignos - com exceção daqueles restritos ao sistema nervoso central, carcinoma basocelular e câncer de útero - e doenças degenerativas crônicas.

O que diz a Lei brasileira de transplante atualmente?Lei que dispõe sobre a remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante é a Lei 9.434, de 04 de fevereiro de 1997, posteriormente alterada pela Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001, que substituiu a doação presumida pelo consentimento informado do desejo de doar. Segundo a nova Lei, as manifestações de vontade à doação de tecidos, órgãos e partes do corpo humano, após a morte, que constavam na Carteira de Identidade Civil e na Carteira Nacional de Habilitação, perderam sua validade a partir do dia 22 de dezembro de 2000. Isto significa que, hoje, a retirada de órgãos/tecidos de pessoas falecidas para a realização de transplante depende da autorização da família. Sendo assim, é muito importante que uma pessoa, que deseja após a sua morte, ser uma doadora de órgãos e tecidos comunique à sua família sobre o seu desejo, para que a mesma autorize a doação no momento oportuno.

Como pode ser identificado um doador de órgãos?A Centrais Estaduais também têm um papel importante no processo de identificação/doação de órgãos. As atribuições das CNCDOs são, em linhas gerais: a inscrição e classificação de potenciais receptores; o recebimento de notificações de morte encefálica, o encaminhamento e providências quanto ao transporte dos órgãos e tecidos, notificação à Central Nacional dos órgãos não aproveitados no estado para o redirecionamento dos mesmos para outros estados, dentre outras. Cabe ao coordenador estadual determinar o encaminhamento e providenciar o transporte do receptor ideal, respeitando os critérios de classificação, exclusão e urgência de cada tipo de órgão que determinam a posição na lista de espera. O que é realizado com o auxílio de um sistema informatizado para o ranking dos receptores mais compatíveis.

A identificação de potenciais doadores é feita, principalmente, nos hospitais onde os mesmos estão internados, através das Comissões Intra-hospitalares de Transplante, nas UTIs e Emergências em pacientes com o diagnóstico de Morte Encefálica. As funções da coordenação intra-hospitalar baseiam-se em organizar, no âmbito do hospital, o processo de captação de órgãos, articular-se com as equipes médicas do hospital, especialmente as das Unidades de Tratamento Intensivo e dos Serviços de Urgência e Emergência, no sentido de identificar os potenciais doadores e estimular seu adequado suporte para fins de doação, e articular-se com a respectiva Central de Notificação, Captação e Distribuição de órgãos, sob cuja coordenação esteja possibilitando o adequado fluxo de informações.

Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos será instalada em 23 de agosto


A Frente Parlamentar de Estímulo à Doação de Órgãos foi proposta pelo deputado estadual Adilson Troca e será instalada oficialmente no dia 23 de Agosto, no início da sessão plenária da Assembleia Legislativa. Na mesma data haverá Grande Expediente sobre o tema.



Conforme Troca trata-se de um trabalho em favor da vida. “Queremos somar as experiências e capacidades dos diversos parceiros para termos um resultado mais efetivo em favor do aumento na doação de órgãos. Só assim poderemos diminuir o sofrimento de quem espera em longas filas por um transplante”.



Desde julho, incluindo o período do recesso, Troca está visitando poderes e entidades fazendo convites para que participem de uma Campanha Estadual de Doação de Órgãos. Os apoiadores farão parte de um grupo de trabalho que deverá discutir os entraves existentes, estabelecer e implementar ações em favor do aumento no número de doadores. Cada um poderá colaborar da forma que for possível.



Na próxima semana o deputado terá reuniões com representantes de clubes de serviços. Já foram contatados e manifestaram apoio a iniciativa o Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, CREMERS, OAB-RS, Asseociação Brasileira de Transplantes, Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Conselho de Contabilidade, Instituto Geral de Perícias, ACRIGS, Associação dos Oficiais da Brigada Militar (ASOFBM), Associação de Servidores de Nível Médio da Brigada Militar (ABAMF), Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), Santa Casa do município do Rio Grande, Universidade Federal do Rio Grande (Furg), Conselho Regional de Educação Física, Conselho Regional de Serviço Social, Camara de Vereadores de Pelotas, Conselho Regional de Administração, Conselho Regional de Odontologia, ADOTE e ONG ViaVida.




Histórico:



Em 2005 o deputado Adilson Troca coordenou uma Comissão de Estímulo à Doação de Órgãos. Na época, o Rio Grande do Sul atingiu o primeiro lugar no ranking nacional de doadores de órgãos. A campanha sempre foi realizada através de parcerias de colaboração.



Atualmente o nosso Estado ocupa apenas a sexta colocação entre os Estados brasileiros no número de doações realizadas. A Frente Parlamentar, através da Campanha de Doação de Órgãos, terá o desafio de mudar esta realidade.


Matérias de cada um dos parceiros:

1. Associação dos Oficiais da Brigada - http://migre.me/5qiv7

2. Tribunal de Contas do Estado - http://migre.me/5qivD

3. Santa Casa do Rio Grande - http://migre.me/5qiw9

4. Furg - http://migre.me/5qiwe

5. Associação Brasileira de Transplantes - http://migre.me/5qiwM

6. Associação dos Servidores de Nível Médio da Brigada Militar (ABAMF) - http://migre.me/5qixe

7. Instituto Geral de Perícias - http://migre.me/5qiyc

8. OAB-RS - http://migre.me/5qiyW

9. CREMERS - http://migre.me/5qizz

10. Movimento Tradicionalista Gaúcho - http://migre.me/5qiA4

11. Ministério Público - http://migre.me/5qiAx

12. Tribunal de Justiça - http://migre.me/5qiAX

13. ONG ViaVida - http://migre.me/5qiBm

14. Defensoria Pública - http://migre.me/5qiBR

15. ACRIGS - http://migre.me/5qiCt

16. Conselho de Contabilidade - http://migre.me/5qiD3

17. Conselho Regional de Educação Física (CREF2/RS) - http://migre.me/5thT6

18. Associação dos Sargentos Subtenentes e Tenentes da BM (ASSTBM) - http://migre.me/5thUp

19. Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) - http://migre.me/5tr95

20. Câmara de Vereadores de Pelotas (Eduardo Leite) - http://migre.me/5trdD

21. ADOTE - http://migre.me/5uRKm

22. Conselho Regional de Administração - http://migre.me/5vjbo

23. Conselho Regional de Odontologia - http://migre.me/5vjB0